<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-35503521</id><updated>2011-04-21T17:50:29.097-07:00</updated><title type='text'>Abaixo os puristas</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://henriquevitorino.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35503521/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://henriquevitorino.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>HenriqueVitorino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06600587565683152770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>4</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35503521.post-116705839200304571</id><published>2006-12-25T06:53:00.000-08:00</published><updated>2006-12-29T04:56:31.183-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>em certo período de minha vida li um pouco baudelaire... na verdade foi bastante.. e então, coisas assim surgiram:&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;À Paixão&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Se pensas que com belas palavras cantarei a ti&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;És tu, oh Paixão, a mais tola musa.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Não fossem tão malignos teus desejos&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Estes, talvez, de vivas cores pintariam o céu,&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas os encantos teus cheiro fúnebre carregam&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E aos teus pés rastejam os pobres mortais.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Maculas ainda a imagem santa e etérea&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Com teus horrendos disfarces angelicais.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;No fundo não passas de dor:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A profunda e eterna dor de não ser Amor.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35503521-116705839200304571?l=henriquevitorino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://henriquevitorino.blogspot.com/feeds/116705839200304571/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35503521&amp;postID=116705839200304571' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35503521/posts/default/116705839200304571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35503521/posts/default/116705839200304571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://henriquevitorino.blogspot.com/2006/12/em-certo-perodo-de-minha-vida-li-um.html' title=''/><author><name>HenriqueVitorino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06600587565683152770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35503521.post-116256365629704331</id><published>2006-11-03T06:14:00.000-08:00</published><updated>2006-11-03T06:20:56.310-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>"A nutrição cultural é muito parecida com a nutrição material. Se a gente come muita porcaria, o organismo fica envenenado." (Antônio Carlos Nóbrega)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário sobre notícia encontrada no portal MSN (&lt;a href="http://www.msn.com.br" target="_blank"&gt;www.msn.com.br&lt;/a&gt;):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascido na década de 60, tendo James Brown como precursor e um grande rol de bandas e artistas desde então... fizeram isso aí com o funk: enlataram, tiraram a roupa, botaram preço, jogaram na parede, bateram na cara e chamaram de cachorra. Depois enterraram... em vala pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem falar da decadência das letras, o ritmo elaborado da origem desapareceu completamente, acompanhando as melodias, as harmonias, etc etc.... Até a sensualidade e erotismo - raizes próprias deste rítmo - sumiram do funk (a palavra 'funk' pode ser traduzida como 'cheiro exalado do corpo devido ao ato sexual'). As danças continuam, mas elas deixaram de ser sensuais para serem explícitamente sexuais. Do insinuante 'cheiro' a que o funk fazia referência, passou-se a uma dança que nada mais é do que uma encenação direta de uma transa... ou seja, a dança perdeu lugar para a 'dransa' (como também aconteceu com o axé**, onde as nossas meninas e rapazes sentavam em 'garrafas', faziam 'sanduíches', ficavam querendo 'passar a mão', dentre outras coisas...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**  (Palavra de origem iorubana que, no candomblé, significa: 'energia, poder, força da natureza; poder de realização através de força sobrenatural'.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isto que aconteceu com o funk, não é novidade: aconteceu com o samba, que virou pagode, com o sertanejo, que virou 'sertanejo', forró que virou calypso, rock que virou 'rock' e por aí vai...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para vender algo com rapidez e pra muita gente, o produto tem que ser simples, de fácil assimilação (no extremo, já vir 'assimilado', 'digerido') e descartável, para que logo se queira comprar o próximo lançamento...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não nego aqui o valor de alguns destes ritmos quanto ao entretenimento que proporcionam: sei que, por exemplo, a dança proporciona euforia, excitação, sedução, relaxamento, catarse, transes hipnóticos, queima de calorias, abertura dos poros...  combato é a perda  de todo tipo de valor (estético, questionador, criativo...) que aconteceu com diversos ritmos musicais e que domina nossas rádios e tv's... e, por consequência, as festas, os sons dos carros, as serenatas, os telefonemas romanticos, as bancas de camelôs, as lojas de discos, o carrefour, as cartas de amor, os despertadores, os assobios...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que importa é diversão, não é? Muitos dirão. Concordo, mas não só é diversão que importa. No Brasil parece que é assim: só diversão que vale... 180 milhões ficam indignidos com os jogadores da seleção - que é a melhor do mundo, com os maiores craques, que ganharam a última copa, que ficaram em segundo lugar na penúltima: os hostilizam ao chegarem aos aeroportos, às ruas, dentre outras coisas... o que eles nos fizeram? Não nos roubaram, não venderam o país, não chamaram ninguém de vagabundo... Por outro lado, ninguém vai em Brasília, ou na prefeitura de sua própria cidade hostilizar aqueles que nos roubam todos os dias, que vendem o país e que brincam com a cara do povo, com o dinheiro da gente... ainda, os poucos que tentam fazer valer seus direitos e lutar por um Brasil sério, são hostilizados pelo próprio povo, são vistos como desordeiros, baderneiros (baderneiro é quem fica pulando em cima do próprio carro na Av. Rondon Pacheco em dia de jogo da seleção)...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso só acontece num país onde todos cantam em uníssono: "Brasileiro é praia, futebol e azaração...".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-----------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Agora, o texto do msn.com.br que desencadeou o texto acima:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma outra cara para o FunkSom de "preto e favelado", citando a letra dos MCs Amílcar e Chocolate, o funk carioca mudou de cara e público e tem passe livre nas festas da galera que possui um poder aquisitivo maior. Desde seu primeiro grande estouro, em meados da década de 90, o estilo das periferias já flertava com a elite do Rio de Janeiro.O funk mudou de cara e até mesmo de atitude. Casas caras, com luxo e requinte estão se adaptando a essa tendência musical. Mas, ao contrário do que a maioria pensa, o estilo não é novidade e já existe desde a década de 70, com suas letras focadas na vida dos morros cariocas.Sinônimo de casa cheia tanto no Rio quanto em São Paulo, esse estilo musical já não faz mais distinção de cor, classe ou religião. Para tentar entender o segredo do sucesso, falamos com alguns idealizadores de festas e freqüentadores de baladas que se jogam no batidão.BATIDÃO DE ELITEAs músicas de MC Marcinho e da dupla Willian e Duda dos anos 90 já faziam parte da lembrança de jovens da classe média alta, que freqüentavam os bailes desde cedo, como lembra a estudante Marcela Papi, que hoje tem 23 anos: "Com 14 anos eu ia para os bailes funk na Barra da Tijuca. Tinha o Caça e Pesca, BNDS e o Canaveral que eu freqüentava com minhas amigas. Era tudo de bom", relembra a moradora do bairro da zona sul do Rio.Depois do "boom" inicial, o funk desapareceu da mídia durante um bom período, mas reapareceu com força total há dois anos. Hoje, o ritmo deixou de lado os ecos dos guetos e ganhou as casas noturnas modernas e mais sofisticadas da cidade fluminense. "O cara mais rico da cidade canta a música do cara que mora na favela. O MC que não canta proibidão entra em qualquer morro do Rio e se apresenta no Hard Rock Café", afirma um dos principais responsáveis pela popularização do funk, DJ Marlboro.Jovens das classes A e B decoram as letras que falam de um cotidiano distante de sua realidade. "Eu só quero é ser feliz, andar tranqüilamente na favela onde eu nasci" é um dos versos que sai da boca de patricinhas, que nunca passaram perto da Rocinha. A imensa lista de nomes de comunidades, como era de costume em funks primordiais, é repetida como se fossem endereços nobres e conhecidos por toda a população carioca.Os batidões do funk (apelido utilizado pelos admiradores desse estilo musical) ultrapassaram as fronteiras e atualmente ecoam pela ponte-aérea, dentro de casas noturnas do Rio e São Paulo. Está fácil de encontrar esse gênero musical como atração principal de uma noite. Baronnetti e Bombar, no Rio, Lov.e e Lótus, em São Paulo, são exemplos de casas que tem noites dedicadas ao funk. Só que para entrar em um desses lugares, os ingressos podem chegar à R$ 50, um valor impensável nos bailes funk do subúrbio do Rio."Às vezes eu freqüento estas noites dedicadas ao funk. É mais acessível e confortável que um baile funk tradicional, que não tem ar condicionado", comenta Raphael Resende, de 23 anos, que acredita que desta vez o ritmo veio para ficar. "É uma arte popular que tem o poder de conquistar desde as classes D até a AA". (7 de julho, 2006, portal msn de notícias).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35503521-116256365629704331?l=henriquevitorino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://henriquevitorino.blogspot.com/feeds/116256365629704331/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35503521&amp;postID=116256365629704331' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35503521/posts/default/116256365629704331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35503521/posts/default/116256365629704331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://henriquevitorino.blogspot.com/2006/11/nutrio-cultural-muito-parecida-com.html' title=''/><author><name>HenriqueVitorino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06600587565683152770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35503521.post-116051076209012636</id><published>2006-10-10T13:01:00.000-07:00</published><updated>2006-10-10T13:06:02.106-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;em&gt;Agora uma minha...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vida moderna - O paletó&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vem, o trem já chegou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chega do trabalho&lt;br /&gt;já não quer mais saber&lt;br /&gt;se cansa ou se vai embora&lt;br /&gt;embora não tenha onde cair.&lt;br /&gt;deita no aconchego da poltrona&lt;br /&gt;de gravata e com pegada na bunda&lt;br /&gt;não sabe se vai ter o que comer.&lt;br /&gt;A mulher em sonhos: José de Alencar...&lt;br /&gt;a mulher na cama: Jorge Amado...&lt;br /&gt;a mulher da casa: o diabo.&lt;br /&gt;Um homem. Um homem que sonha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No quarto o filho fuma um baseado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cachorro late, o namorado passa a mão na filha;&lt;br /&gt;conta nos dedos, conta de luz, o telefone toca&lt;br /&gt;Ah! O telefone...&lt;br /&gt;a mulher lê horóscopo e fala da barriga&lt;br /&gt;a dor que não cessa, o salário que não cresce,&lt;br /&gt;e desce: pra quê viagra?&lt;br /&gt;Telefone celular celulite celunático não dá pra ser.&lt;br /&gt;A carnificina, o incenso, o veneno, o mosquito&lt;br /&gt;vVeneno, veneno de gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A casa treme, o bebê chora&lt;br /&gt;o choro cessa, a casa pára;&lt;br /&gt;um corpo cai.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35503521-116051076209012636?l=henriquevitorino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://henriquevitorino.blogspot.com/feeds/116051076209012636/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35503521&amp;postID=116051076209012636' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35503521/posts/default/116051076209012636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35503521/posts/default/116051076209012636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://henriquevitorino.blogspot.com/2006/10/agora-uma-minha.html' title=''/><author><name>HenriqueVitorino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06600587565683152770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-35503521.post-115998302021231769</id><published>2006-10-04T10:22:00.000-07:00</published><updated>2006-10-04T10:30:20.223-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Bem, nunca pensei que faria um blog. Mas, fui postar um comentário para uma amiga no blog dele e só era possível fazê-lo se eu fosse cadastrado neste portal de blogs (ou sei lá o que é isso)... então fiz... então ná dá pra deixá-lo vazio. Mas, só para explicar o título, pra quem não conhece:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POÉTICA (Manuel Bandeira 1886-1968)&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;Estou farto do lirismo comedido&lt;br /&gt;          Do lirismo bem comportado&lt;br /&gt;          Do lirismo funcionário público com livro de ponto espediente protocolo e manifestações de apreço ao sr. [diretor.&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;          Estou farto do lirismo que pára e vai averiguar no dicionário o cunho vernáculo de um vocábulo.&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;         Abaixo os puristas.&lt;br /&gt;         Todas as palavras sobretudo os barbarismos universais&lt;br /&gt;         Todas as construções sobretudo as sintaxes de exceção&lt;br /&gt;         Todos os ritmos sobretudo os inumeráveis&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;         Estou farto do lirismo namorador&lt;br /&gt;         Político&lt;br /&gt;         Raquítico&lt;br /&gt;         Sifilítico&lt;br /&gt;         De todo lirismo que capitula ao que quer que seja fora de si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         De resto não é lirismo&lt;br /&gt;         Será contabilidade tabela de co-senos secretário do amante exemplar com cem modelos de cartas e as [diferentes maneiras de agradar às mulheres, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Quero antes o lirismo dos loucos&lt;br /&gt;        O lirismo dos bêbados&lt;br /&gt;        O lirismo difícil e pungente dos bêbados&lt;br /&gt;        O lirismo dos clowns de Shakespeare.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        - Não quero saber do lirismo que não é libertação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35503521-115998302021231769?l=henriquevitorino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://henriquevitorino.blogspot.com/feeds/115998302021231769/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35503521&amp;postID=115998302021231769' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35503521/posts/default/115998302021231769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/35503521/posts/default/115998302021231769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://henriquevitorino.blogspot.com/2006/10/bem-nunca-pensei-que-faria-um-blog.html' title=''/><author><name>HenriqueVitorino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06600587565683152770</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
